Nos tempos medievais, membros do clero foram selecionados para serem curadores – guardiões de objetos sagrados. Às vezes os curadores protegem as pessoas também.

A noção do curador evoluiu durante o renascimento. Os curadores religiosos e seculares surgiram para reunir e preservar arte e artefatos inestimáveis, mas especialmente a ‘alma’ do inventor’. Hoje, contamos com uma nova geração de curadores que fazem muito mais do que organizar e proteger coleções de coisas únicas. Eles guiam nossa descoberta e nos ajudam a entender o significado e a importância dos itens sob sua custódia.

O curador sente tanto quanto pensa. É mais do que histórias, é um admirador de ‘almas’, de significados, que ajudam a ver o objeto de uma maneira nova e fascinante. Assim, aquele produto ou serviços inanimados se torna vivo com significado.

  • Um Brand Curator conheçe o DNA da marca por dentro e para fora e defende a sua essência.
  • Mantêm a autenticidade da marca. Resiste fortemente à tentação de comprometer o valor da marca em busca de oportunidades de curto prazo e de forma superficial.
  • Consegue transmitir ao cliente, através dos produtos, serviços e relacionamentos os verdadeiros valores da marca.
  • Um curador precisa possuir um talento especial, porque ele cruza a inspiração inicial da alma do projeto com o proposito e as emoções do cliente atual.
  • O curador assume uma função social. Leva ao público a história e os vários propósitos do interior da marca e do fundador. O curador, tem uma visão de 360 graus.