Excelência

Os brasileiros detêm sempre um com grande entusiasmo, mas depois de algumas horas ou semanas, diante de algumas dificuldades, desistem, esquecem ou abandonam. Se começa sempre do zero. Dessa forma não iremos a lugar nenhum.

É o momento de nos concentrarmos sobre UM NOVO ‘DESAFIO’: A EXCELÊNCIA. Precisamos nos colocar ao redor de uma mesa e projetar o futuro do País.

Os brasileiros despertaram para a cultura do bom gosto, dos bens materiais e dos bons processos produtivos. Não é somente o desejo de ter uma Gucci ou uma Fendi. Mas de buscar uma nova cultura do saber fazer, do saber reconhecer bons materiais. Uma questão mais cultural do que comercial. Uma vontade de desenvolver internamente produtos e processos bem feitos que talvez até então faltavam, é disso que os brasileiros têm fome. Os brasileiros estão reconhecendo quais são as mercadorias que realmente têm um valor intrínseco e que vai muito além da marca.

A fase do simples fascínio do que chega de fora já foi superada porque os brasileiros estão começando a ter mais orgulho da própria cultura e das próprias raízes.

Se tivermos a coragem de colocar mão nesse ‘processo cultural’ da construção da excelência partindo do artesão, mandaremos no mundo porque nós temos um diferencial em nosso DNA: o brasileiro é aberto ao diferente, ao novo, busca relacionamentos, possui criatividade e originalidade. Características essas que fazem parte da excelência.

Isto poderá acontecer, se o Brasil deixar de lado a sua superficialidade, o seu modo de ser imediatista para colocar em relevo o seu próprio modo de ser, seu DNA que é antes de tudo RELAÇÃO: sua criatividade, sua diversidade, seu colorido, sua liberdade.

TUDO COMEÇOU COM O TECIDO

Com mais de 500 lojas e 7000 funcionários em todo o mundo, o Grupo Ermenegildo Zegna teve início no norte de Itália com o sonho e paixão de um homem.

Desde 1910, com apenas 18 anos, a Ermenegildo Zegna fundou a Lanifício Zegna (fábrica de lã) e o que viria a tornar-se num dos negócios familiares mais conhecidos e mais dinâmicos da Itália. Tinha o sonho de que criaria, nas suas palavras, “os tecidos mais lindos do mundo”. teve a ambição de criar os tecidos mais belos do mundo.

A especialidade é fazer tudo sob medida. A escolha dos pormenores, desde os botões até ao tamanho do colarinho: a experiência SU MISURA ajuda a criar um vestuário que se adapta verdadeiramente a você e ao seu estilo.

Muitos dos clientes escolhem os tecidos mais icónicos. O tratamento mais exclusivo é tecer um material só para você, em que os clientes escolhem o padrão, peso e trama específicos do seu tecido exclusivo.

O Feito sob Medida é mais do que um serviço: é uma experiência. Tem início com uma reunião: entre você e o seu alfaiate. A partir desde momento tem início um processo de mãos, paixão e competência, o qual irá demorar cerca de 21 dias desde tirar as suas medidas até à entrega do vestuário personalizado.

Para um casaco de fato existem, aproximadamente, 30 estágios diferentes. Este processo garante que o vestuário mantém a sua estrutura durante a sua vida útil.

“A parte mais entusiasmante de criar o vestuário é quando o tecido é cortado. É aqui que o verdadeiro potencial dos tecidos exclusivos começa a mostrar-se e o espírito do vestuário começa a emergir.”

“Apesar de toda a nossa experiência na tecelagem e acabamento, sem um acompanhamento das matérias-primas, as técnicas mais sofisticadas de nada valem. A origem é tudo. É por isso que a Zegna é fanática quando se trata de obter uma excelente matéria-prima. E está empenhada em garantir a sustentabilidade das suas fontes.”

Cada geração da família tem estado envolvida na consolidação da visão da Ermenegildo Zegna, garantindo que o nome Zegna permaneça atemporal.

A empresa continua a ser gerida pela família e é liderada por Gildo, enquanto CEO; Paolo é o Presidente, Anna Presidente da Fondazione Zegna, e Benedetta é Gestora de Talentos.

O grupo tem três princípios: definir objetivos a longo prazo; manter a empresa na família para garantir a continuidade; e seguir um compromisso ético consagrado num rigoroso sistema de governança corporativa. Estes garantem que a empresa permanece fiel face à visão dos fundadores, ao mesmo tempo que continua a inovar num negócio em constante mutação.

Fonte: Focus Excelencia

LEGADO STARBUCKS

A princípio, a loja com sua fachada estreita, vendia para consumo caseiro apenas grãos de café torrados na hora de alta qualidade provenientes de várias partes do mundo.

A trajetória da STARBUCKS COFFEE começou exatamente no dia 30 de março de 1971 na região portuária da cidade de Seattle, localizada na costa oeste dos Estados Unidos, com a inauguração de sua primeira loja, um pequeno espaço dentro do histórico mercado público Pike Place aonde se vendia apenas alguns dos melhores cafés em grãos do mundo, ideia dos professores Jerry Baldwin e Zev Siegel, e do escritor Gordon Bowker, todos apaixonados por café.

Em 1983, Howard viajou para a Itália e se encantou com as cafeterias italianas e o aspecto romântico da experiência de tomar café. Ele teve a visão de levar a tradição das coffehouses italianas para os Estados Unidos. Um lugar para conversar, com um senso de comunidade. Um lugar intermediário entre trabalho e casa.

Desde o início, a Starbucks se propunha a ser um tipo de empresa diferente, que não apenas celebrava o café e sua rica tradição, mas também trazia um sentimento de conexão.

Todo o café STARBUCKS vendido em embalagens herméticas FlavorLock™ de 225 g e 450 g é lacrado até duas horas após a torrefação, permanecendo fresco até o uso.

A STARBUCKS oferece em suas lojas, além de cappuccinos, cafés e derivados, inúmeros itens de alimentação (como cookies, muffins, sanduíches, bagels, donuts, salgados, bolos, entre outros), conexão wireless à internet.
Procura criar em suas lojas o conceito de um “terceiro lugar” (após a casa e o trabalho) para se passar o tempo, com áreas confortáveis equipadas com sofás e poltronas.

Segundo a empresa, para manter o aroma do café, é proibido fumar em praticamente todas as suas lojas. Pelo mesmo motivo os funcionários são proibidos de trabalhar com perfumes fortes.

Em cada xícara, existe o empenho para dar vida ao legado e a uma experiência excepcional.

A princípio, a loja com sua fachada estreita, vendia para consumo caseiro apenas grãos de café torrados na hora de alta qualidade provenientes de várias partes do mundo.

LEGADO:

“Todo dia, seguimos para o trabalho esperando fazer duas coisas: dividir um ótimo café com nossos amigos e ajudar a tornar o mundo um pouquinho melhor. Já era assim quando a primeira Starbucks abriu em 1971 e continua sendo assim até hoje.Todo dia, seguimos para o trabalho esperando fazer duas coisas: dividir um ótimo café com nossos amigos e ajudar a tornar o mundo um pouquinho melhor. Já era assim quando a primeira Starbucks abriu em 1971 e continua sendo assim até hoje.”

Fonte: Focus Excelência

 

BRUNELLO CUCINELLI, O IMPERADOR DO CASHMERE

Formado em topografia nos anos 70, Brunello seguiu o caminho da engenharia, mas nunca sentiu paixão pelo trabalho. Ele cresceu na pobreza. Junto com sua família, ele trabalhava a terra para ter comida na mesa. As coisas não mudaram muito depois que seu pai e os irmãos começaram a trabalhar na fábrica. Foi desde a adolescência, que Brunello Cucinelli prometeu a si mesmo que ele iria se tornar um guardião da humanidade.

Em 1978, contratou dois funcionários e fundou uma marca de roupa de nome próprio, com o objetivo de vender pullovers feitos em lã de cashemere.

No topo do morro coberto por uma floresta de ciprestes há um castelo medieval, que Cucinelli reformou e transformou em sua moradia e em uma escola. Escola que tem como principal objetivo treinar os seres humanos, restaurar a dignidade e nobreza para trabalhar em direção a construção da excelência.

Uns metros mais abaixo, artesãos tecem suéteres de cashmere com a pelagem das raras cabras hircus. Ele pede que todos os 1.000 funcionários saiam do trabalho às 17h30 e que não mandem emails relativos ao serviço após esse horário, a fim de preservar suas energias criativas. “As pessoas precisam descansar”, diz Cucinelli. “Se eu os obrigo a trabalhar demais, eu roubo a alma deles. Hoje trabalhamos demais. Estamos permanentemente conectados, e é preciso descansar para ser criativo”, diz.

Cucinelli chama a sua abordagem centrada nos funcionários de capitalismo humanístico e relaciona-a com sua adolescência. Ele viu o pai trocar a vida da família por uma fábrica de cimento. Quando era adolescente, seu pai o levou junto aos seus 13 irmãos para a cidade, onde passou a trabalhar numa fábrica escura de cimento. “Todos os dias meu pai voltava para casa humilhado, sendo ofendido e maltratado constantemente por seus superiores. Os colegas faziam gozação de suas roupas de camponês.” Foi aí que jurei que qualquer coisa eu fizesse na vida, faria para dar dignidade às pessoas”, explica Cucinelli.

Quase 40 anos depois, a marca conta com 122 lojas em todo o mundo e mais de mil empregados que garantem cerca de 450 milhões de euros de faturação anual e um crescimento a rondar os 10%.

Cucinelli se tornou um dos estilistas e empresários mais amados da Itália também por sua paixão pelo território onde nasceu e fundou sua empresa.

Ele pode não ser tão famoso como os designers italianos Giorgio Armani ou Roberto Cavalli, mas ele é definitivamente mais memorável. A cada ano, Brunello Cucinelli doa 20% de seu lucro para a fundação da empresa que se engaja em projetos sociais, e de caridade.

A linha Brunello Cucinelli é moderna, mas ao mesmo tempo é uma marca de moda atemporal e, atualmente, oferece uma coleção completa de acessórios, bolsas, sapatos, agasalhos, blusas e muito mais, para homens e mulheres. Não há nada complicado sobre o vestuário e outros produtos que são simples e elegantes, fáceis de usar e extremamente confortáveis. Suas cores favoritas são em tons de bege, nude e preto.

Brunello Cucinelli é descrito como o imperador do cashmere, que sonhava em fazer lucro, continuando ético, digno e moral. Ter alguém no mundo da moda, que ainda considera tais valores não é apenas raro, mas é inspirador. Não são poucos os que ao entrarem em contato com Cucinelli se sentiram tocado ou, pelo menos, inspirados a ser melhor e a fazer melhor, criando uma ligação entre sua alma e seu trabalho, típico da excelência.

“Há uma bela expressão de Voltaire que diz que, se de seu tempo não aceitares as mudanças, provavelmente ficarás com a parte pior”, diz Cucinelli. “Por isso, não posso dizer que não acredito em tecnologia. Quero ser contemporâneo, mas sem perder a alma”, conclui.

Fonte: Focus Excelencia

  

A EXCELÊNCIA E O CORAÇÃO DO ARTESÃO

Uma marca secular que fez história com o melhor estilo do design italiano. B V L G A R I (escrita em romano antigo, em que a letra “u” dá lugar ao “v) é a palavra que designa excelência, design moderno, prestigio. Clássica e contemporânea ao mesmo tempo, a B V L G A R I mantém o seu legado de 130 anos com um sentido atemporal de beleza refinada.

A saga começou em meados do século 19 quando Sotirio Voulgaris, um artesão descendente de uma família grega que trabalhava fazendo escultura em peças e objetos de prata e ferro no pequeno vilarejo de Paramythia na região de Epirus, imigrou para a Itália, juntamente com um amigo, o macedônio Sotirios Demetrios Kremos, onde na primavera de 1884 abriu sua primeira loja na Via Sistina em Roma, para comercializar pulseiras, cinturões e pequenas joias. Regressou à Grécia para se casar. De volta à Itália viu seus negócios prosperarem e tornou-se um famoso ourives, em cuja loja era possível comprar presentes sofisticados e talheres cinzelados. Seus primeiros clientes famosos foram a filha de Benito Mussolini. Em 1894 seu sobrenome, agora Bulgari, aparecia pela primeira vez na fachada da loja, que havia se mudado para o número 28 da Via dei Condotti. A partir de 1895 outras lojas foram inauguradas em cidades como Sanremo, Nápoles, Bellagio e Sorrento.

Com a ajuda de seus filhos, Constantino e Giorgio, em 1905 foi aberta outra loja na Via Condotti, com a finalidade de atrair turistas britânicos e americanos e que até os dias de hoje permanece como a principal loja da marca no mundo. Durante as primeiras décadas do século XX, os dois irmãos desenvolveram um grande interesse por pedras preciosas e joias. Foi nesta época que a B V L G A R I ingressou de vez na esfera das grandes grifes internacionais com a apresentação de um par de brincos criado por Constantino Bulgari em estilo Art Deco, feitos com diamantes, safiras, rubis e esmeraldas, especialmente criado para a exposição Internacional de Artes e Joalheria em Paris no ano de 1925. Nesta década a loja localizada na Via Condotti já exibia vitrines com display destacando-as como verdadeiras obras de arte.

Em 1932, com a morte do fundador da empresa, seus dois filhos assumiram definitivamente os negócios, e a partir de então, as joias guiariam os rumos da B V L G A R I pelas próximas décadas. Esse período também testemunhou a criação de um dos maiores e mais duradouros sucessos da grife: o anel Trombino, cujo nome deriva de seu formato, que lembra um pequeno trompete. Porém, a peça que se tornou símbolo da grife só foi lançada no final dos anos de 1940: o inconfundível relógio com pulseiras em forma de serpente, feito com elos de ouro e diamantes. Neste momento, as joias já eram o maior destaque das vitrines e podiam ser vistas adornando os membros das mais nobres famílias europeias. Este período marcou a história da B V L G A R I porque representou uma libertação quanto aos padrões franceses de confecções de joias que era seguido até então. Com isso, a marca passou a criar um estilo próprio, inspirado no classicismo grego e romano e com um toque de renascença italiana.

Na década de 1950 a empresa começou a lançar suas coleções únicas com design diferenciado. Nesse período a Itália tornou-se o centro europeu do design e a B V L G A R I levou a revolução da cor para um nível superior. Desafiando a tradicional escola parisiense de joalheria centrada em diamantes, a marca italiana desenvolveu um estilo arrojado e inédito explorando inusitadas combinações cromáticas como rubis e esmeraldas, e toda a paleta de safiras. A joalheria ganhou vida em um arco-íris de combinações de cores. Os anos de 1960 foram marcados pelo enorme sucesso entre as principais estrelas do cinema, o que contribuiu para que a B V L G A R I se tornasse um mito em seu segmento. Foi neste período que a grife italiana também criou uma variedade extraordinária de broches florais chamados Tremblant. Eles eram feitos de tal forma que as corolas eram presas à montagem por molas, permitindo assim que a inflorescência vibrasse a qualquer momento.

A BULGARI Tinha a excelência dos artesãos no coração. Sabe que somente o artesão é capaz de transformar algo que nasce do simples em luxo, em excelência”.

Na década de 1970 a marca começou sua expansão internacional, abrindo lojas nas cidades de Nova York (1970), Genebra (1974), Monte Carlo (1977) e Paris (1979). Nesta época, foi lançado o modelo Tubogas, uma atualização do já consagrado relógio de serpente, que ganhou um bracelete flexível com elástico de ouro feito de maneira completamente artesanal.
Durante esta década, a expansão internacional da marca se acelerou ao comando dos netos do fundador, Paolo e Nicola, e no início dos anos de 1990, a grife italiana ampliou consideravelmente sua linha de relógios.
Assim como a maioria das grandes marcas de luxo, a B V L G A R I também enfrenta duras batalhas para evitar que seu design permaneça único. Desde a década de 1970, boa parte das peças mais valiosas da marca italiana, entre colares, braceletes e brincos, passou a ser caracterizada por desenhos requintados e fechos grandes e pesados, feitos de ouro e aço negro. E mais: cada peça tem um número de série registrado que pode comprovar sua autenticidade. Mas não abrem mão do talento e da perfeição do artesão.

Fonte: Focus Excelência

QUEM NÃO AMA NUTELLA?

Talvez poucas pessoas sabem que, em princípio, Nutella foi criado para remediar a escassez de cacau após a Segunda Guerra Mundial.

Pergunte a qualquer que viva na Itália, França, Alemanha ou Polônia, quais as melhores recordações de sua infância. Com certeza a pasta cremosa NUTELLA estará presente entre suas inesquecíveis memórias. Consumida pura ou passada no pão, quer seja no café da manhã, no lanche da tarde ou a qualquer hora do dia, NUTELLA se transformou em um alimento nutritivo para deixar, principalmente as crianças, cheias de energia para as atividades do dia a dia.

Pietro Ferrero, um chefe de pastelaria do Piemonte, tem a idéia de criar um doce feita à base de avelã, produzida pela primeira vez nos fundos de uma pequena confeitaria na cidade de Alba, região de Piemonte, em um período onde a escassez de dinheiro não permitia as pessoas gastarem muito para comprar doces. Essa grande ideia começou em virtude das restrições em decorrência do pós Guerra. Como forma de minimizar essa escassez o confeiteiro Pietro Ferrero, com a ajuda de sua mulher Piera, misturou a base do chocolate gianduia (gianduitto, produto típico da região de Piemonte, uma mistura de chocolate e avelãs) com manteiga de cacau, que depois de resfriada em uma superfície retangular, se transformou em uma massa sólida possível de ser cortada em pedaços, criando assim um alimento com alto teor nutricional para substituir o chocolate, que na época havia se tornado um produto de luxo devido ao preço extremamente caro. O novo produto era utilizado para passar no pão, muito apreciado nos cafés da manhã e comercializado como uma massa sólida, inicialmente em tabletes.

O novo produto foi batizado inicialmente de “Giandujot”, nome inspirado em um clássico da pâtisserie piemontese. O sucesso da nova guloseima foi imediato perante os consumidores fazendo com que as lojas de alimentos na Itália passassem a chamá-la de “The Smearing”, isto porque as crianças podiam ir às lojas com um pedaço de pão e pedir uma lambuzada da deliciosa pasta cremosa.

Devido ao sucesso inesperado Pietro teria outra intuição genial: distribuir seu produto, não somente o doce em pedaços, mas também em porções reduzidas para serem vendidas individualmente. Com o tempo a empresa percebeu que a pasta derretia com o calor, modificou sua formulação e começou a vendê-la acondicionada em potes de vidro, mudando seu nome para Supercrema Ferrero em 1951.

Depois do teste, Michele Ferrero segue os passos de seu pai e demostrando todo o seu gênio inovador, tipico do artesão. Ele inventou o primeiro vidro de um novo creme feito com avelãs e cacau, mas sem nome. Graças a um novo esforço criativo, porque o artesão não tem paz até levar o produto ao estado de excelência,  Michele encontra o nome perfeito para o creme mais popular do mundo e o batiza de “Nutella”. Era o ano de 1964,  NUTELLA (derivado da palavra inglesa nut, que significa nozes, e do italiano nociolli, avelã

Nos anos seguintes o produto conquistou o paladar de muitos consumidores pelo mundo afora, como Alemanha, França, Austrália (onde foi introduzida em 1977) e até Estados Unidos, onde o produto foi lançado em 1983.

 

 

A mascote 

A simpática e sapeca mascote da marca NUTELLA é um esquilo chamado NINO, um personagem cheio de energia e louco por travessuras, e claro também pela pasta cremosa, fazendo de tudo para conquistá-la, assim como toda criança que consome NUTELLA. Na década de 1990 a marca se tornou ainda mais popular em virtude de suas campanhas televisivas protagonizadas pelo seu querido esquilo. Mas porque um esquilo como mascote? Simples. O esquilo é um animal que adora nozes e avelãs.