TUDO COMEÇOU COM O TECIDO

Com mais de 500 lojas e 7000 funcionários em todo o mundo, o Grupo Ermenegildo Zegna teve início no norte de Itália com o sonho e paixão de um homem.

Desde 1910, com apenas 18 anos, a Ermenegildo Zegna fundou a Lanifício Zegna (fábrica de lã) e o que viria a tornar-se num dos negócios familiares mais conhecidos e mais dinâmicos da Itália. Tinha o sonho de que criaria, nas suas palavras, “os tecidos mais lindos do mundo”. teve a ambição de criar os tecidos mais belos do mundo.

A especialidade é fazer tudo sob medida. A escolha dos pormenores, desde os botões até ao tamanho do colarinho: a experiência SU MISURA ajuda a criar um vestuário que se adapta verdadeiramente a você e ao seu estilo.

Muitos dos clientes escolhem os tecidos mais icónicos. O tratamento mais exclusivo é tecer um material só para você, em que os clientes escolhem o padrão, peso e trama específicos do seu tecido exclusivo.

O Feito sob Medida é mais do que um serviço: é uma experiência. Tem início com uma reunião: entre você e o seu alfaiate. A partir desde momento tem início um processo de mãos, paixão e competência, o qual irá demorar cerca de 21 dias desde tirar as suas medidas até à entrega do vestuário personalizado.

Para um casaco de fato existem, aproximadamente, 30 estágios diferentes. Este processo garante que o vestuário mantém a sua estrutura durante a sua vida útil.

“A parte mais entusiasmante de criar o vestuário é quando o tecido é cortado. É aqui que o verdadeiro potencial dos tecidos exclusivos começa a mostrar-se e o espírito do vestuário começa a emergir.”

“Apesar de toda a nossa experiência na tecelagem e acabamento, sem um acompanhamento das matérias-primas, as técnicas mais sofisticadas de nada valem. A origem é tudo. É por isso que a Zegna é fanática quando se trata de obter uma excelente matéria-prima. E está empenhada em garantir a sustentabilidade das suas fontes.”

Cada geração da família tem estado envolvida na consolidação da visão da Ermenegildo Zegna, garantindo que o nome Zegna permaneça atemporal.

A empresa continua a ser gerida pela família e é liderada por Gildo, enquanto CEO; Paolo é o Presidente, Anna Presidente da Fondazione Zegna, e Benedetta é Gestora de Talentos.

O grupo tem três princípios: definir objetivos a longo prazo; manter a empresa na família para garantir a continuidade; e seguir um compromisso ético consagrado num rigoroso sistema de governança corporativa. Estes garantem que a empresa permanece fiel face à visão dos fundadores, ao mesmo tempo que continua a inovar num negócio em constante mutação.

Fonte: Focus Excelencia

LEGADO STARBUCKS

A princípio, a loja com sua fachada estreita, vendia para consumo caseiro apenas grãos de café torrados na hora de alta qualidade provenientes de várias partes do mundo.

A trajetória da STARBUCKS COFFEE começou exatamente no dia 30 de março de 1971 na região portuária da cidade de Seattle, localizada na costa oeste dos Estados Unidos, com a inauguração de sua primeira loja, um pequeno espaço dentro do histórico mercado público Pike Place aonde se vendia apenas alguns dos melhores cafés em grãos do mundo, ideia dos professores Jerry Baldwin e Zev Siegel, e do escritor Gordon Bowker, todos apaixonados por café.

Em 1983, Howard viajou para a Itália e se encantou com as cafeterias italianas e o aspecto romântico da experiência de tomar café. Ele teve a visão de levar a tradição das coffehouses italianas para os Estados Unidos. Um lugar para conversar, com um senso de comunidade. Um lugar intermediário entre trabalho e casa.

Desde o início, a Starbucks se propunha a ser um tipo de empresa diferente, que não apenas celebrava o café e sua rica tradição, mas também trazia um sentimento de conexão.

Todo o café STARBUCKS vendido em embalagens herméticas FlavorLock™ de 225 g e 450 g é lacrado até duas horas após a torrefação, permanecendo fresco até o uso.

A STARBUCKS oferece em suas lojas, além de cappuccinos, cafés e derivados, inúmeros itens de alimentação (como cookies, muffins, sanduíches, bagels, donuts, salgados, bolos, entre outros), conexão wireless à internet.
Procura criar em suas lojas o conceito de um “terceiro lugar” (após a casa e o trabalho) para se passar o tempo, com áreas confortáveis equipadas com sofás e poltronas.

Segundo a empresa, para manter o aroma do café, é proibido fumar em praticamente todas as suas lojas. Pelo mesmo motivo os funcionários são proibidos de trabalhar com perfumes fortes.

Em cada xícara, existe o empenho para dar vida ao legado e a uma experiência excepcional.

A princípio, a loja com sua fachada estreita, vendia para consumo caseiro apenas grãos de café torrados na hora de alta qualidade provenientes de várias partes do mundo.

LEGADO:

“Todo dia, seguimos para o trabalho esperando fazer duas coisas: dividir um ótimo café com nossos amigos e ajudar a tornar o mundo um pouquinho melhor. Já era assim quando a primeira Starbucks abriu em 1971 e continua sendo assim até hoje.Todo dia, seguimos para o trabalho esperando fazer duas coisas: dividir um ótimo café com nossos amigos e ajudar a tornar o mundo um pouquinho melhor. Já era assim quando a primeira Starbucks abriu em 1971 e continua sendo assim até hoje.”

Fonte: Focus Excelência

 

BRUNELLO CUCINELLI, O IMPERADOR DO CASHMERE

Formado em topografia nos anos 70, Brunello seguiu o caminho da engenharia, mas nunca sentiu paixão pelo trabalho. Ele cresceu na pobreza. Junto com sua família, ele trabalhava a terra para ter comida na mesa. As coisas não mudaram muito depois que seu pai e os irmãos começaram a trabalhar na fábrica. Foi desde a adolescência, que Brunello Cucinelli prometeu a si mesmo que ele iria se tornar um guardião da humanidade.

Em 1978, contratou dois funcionários e fundou uma marca de roupa de nome próprio, com o objetivo de vender pullovers feitos em lã de cashemere.

No topo do morro coberto por uma floresta de ciprestes há um castelo medieval, que Cucinelli reformou e transformou em sua moradia e em uma escola. Escola que tem como principal objetivo treinar os seres humanos, restaurar a dignidade e nobreza para trabalhar em direção a construção da excelência.

Uns metros mais abaixo, artesãos tecem suéteres de cashmere com a pelagem das raras cabras hircus. Ele pede que todos os 1.000 funcionários saiam do trabalho às 17h30 e que não mandem emails relativos ao serviço após esse horário, a fim de preservar suas energias criativas. “As pessoas precisam descansar”, diz Cucinelli. “Se eu os obrigo a trabalhar demais, eu roubo a alma deles. Hoje trabalhamos demais. Estamos permanentemente conectados, e é preciso descansar para ser criativo”, diz.

Cucinelli chama a sua abordagem centrada nos funcionários de capitalismo humanístico e relaciona-a com sua adolescência. Ele viu o pai trocar a vida da família por uma fábrica de cimento. Quando era adolescente, seu pai o levou junto aos seus 13 irmãos para a cidade, onde passou a trabalhar numa fábrica escura de cimento. “Todos os dias meu pai voltava para casa humilhado, sendo ofendido e maltratado constantemente por seus superiores. Os colegas faziam gozação de suas roupas de camponês.” Foi aí que jurei que qualquer coisa eu fizesse na vida, faria para dar dignidade às pessoas”, explica Cucinelli.

Quase 40 anos depois, a marca conta com 122 lojas em todo o mundo e mais de mil empregados que garantem cerca de 450 milhões de euros de faturação anual e um crescimento a rondar os 10%.

Cucinelli se tornou um dos estilistas e empresários mais amados da Itália também por sua paixão pelo território onde nasceu e fundou sua empresa.

Ele pode não ser tão famoso como os designers italianos Giorgio Armani ou Roberto Cavalli, mas ele é definitivamente mais memorável. A cada ano, Brunello Cucinelli doa 20% de seu lucro para a fundação da empresa que se engaja em projetos sociais, e de caridade.

A linha Brunello Cucinelli é moderna, mas ao mesmo tempo é uma marca de moda atemporal e, atualmente, oferece uma coleção completa de acessórios, bolsas, sapatos, agasalhos, blusas e muito mais, para homens e mulheres. Não há nada complicado sobre o vestuário e outros produtos que são simples e elegantes, fáceis de usar e extremamente confortáveis. Suas cores favoritas são em tons de bege, nude e preto.

Brunello Cucinelli é descrito como o imperador do cashmere, que sonhava em fazer lucro, continuando ético, digno e moral. Ter alguém no mundo da moda, que ainda considera tais valores não é apenas raro, mas é inspirador. Não são poucos os que ao entrarem em contato com Cucinelli se sentiram tocado ou, pelo menos, inspirados a ser melhor e a fazer melhor, criando uma ligação entre sua alma e seu trabalho, típico da excelência.

“Há uma bela expressão de Voltaire que diz que, se de seu tempo não aceitares as mudanças, provavelmente ficarás com a parte pior”, diz Cucinelli. “Por isso, não posso dizer que não acredito em tecnologia. Quero ser contemporâneo, mas sem perder a alma”, conclui.

Fonte: Focus Excelencia

  

QUEM NÃO AMA NUTELLA?

Talvez poucas pessoas sabem que, em princípio, Nutella foi criado para remediar a escassez de cacau após a Segunda Guerra Mundial.

Pergunte a qualquer que viva na Itália, França, Alemanha ou Polônia, quais as melhores recordações de sua infância. Com certeza a pasta cremosa NUTELLA estará presente entre suas inesquecíveis memórias. Consumida pura ou passada no pão, quer seja no café da manhã, no lanche da tarde ou a qualquer hora do dia, NUTELLA se transformou em um alimento nutritivo para deixar, principalmente as crianças, cheias de energia para as atividades do dia a dia.

Pietro Ferrero, um chefe de pastelaria do Piemonte, tem a idéia de criar um doce feita à base de avelã, produzida pela primeira vez nos fundos de uma pequena confeitaria na cidade de Alba, região de Piemonte, em um período onde a escassez de dinheiro não permitia as pessoas gastarem muito para comprar doces. Essa grande ideia começou em virtude das restrições em decorrência do pós Guerra. Como forma de minimizar essa escassez o confeiteiro Pietro Ferrero, com a ajuda de sua mulher Piera, misturou a base do chocolate gianduia (gianduitto, produto típico da região de Piemonte, uma mistura de chocolate e avelãs) com manteiga de cacau, que depois de resfriada em uma superfície retangular, se transformou em uma massa sólida possível de ser cortada em pedaços, criando assim um alimento com alto teor nutricional para substituir o chocolate, que na época havia se tornado um produto de luxo devido ao preço extremamente caro. O novo produto era utilizado para passar no pão, muito apreciado nos cafés da manhã e comercializado como uma massa sólida, inicialmente em tabletes.

O novo produto foi batizado inicialmente de “Giandujot”, nome inspirado em um clássico da pâtisserie piemontese. O sucesso da nova guloseima foi imediato perante os consumidores fazendo com que as lojas de alimentos na Itália passassem a chamá-la de “The Smearing”, isto porque as crianças podiam ir às lojas com um pedaço de pão e pedir uma lambuzada da deliciosa pasta cremosa.

Devido ao sucesso inesperado Pietro teria outra intuição genial: distribuir seu produto, não somente o doce em pedaços, mas também em porções reduzidas para serem vendidas individualmente. Com o tempo a empresa percebeu que a pasta derretia com o calor, modificou sua formulação e começou a vendê-la acondicionada em potes de vidro, mudando seu nome para Supercrema Ferrero em 1951.

Depois do teste, Michele Ferrero segue os passos de seu pai e demostrando todo o seu gênio inovador, tipico do artesão. Ele inventou o primeiro vidro de um novo creme feito com avelãs e cacau, mas sem nome. Graças a um novo esforço criativo, porque o artesão não tem paz até levar o produto ao estado de excelência,  Michele encontra o nome perfeito para o creme mais popular do mundo e o batiza de “Nutella”. Era o ano de 1964,  NUTELLA (derivado da palavra inglesa nut, que significa nozes, e do italiano nociolli, avelã

Nos anos seguintes o produto conquistou o paladar de muitos consumidores pelo mundo afora, como Alemanha, França, Austrália (onde foi introduzida em 1977) e até Estados Unidos, onde o produto foi lançado em 1983.

 

 

A mascote 

A simpática e sapeca mascote da marca NUTELLA é um esquilo chamado NINO, um personagem cheio de energia e louco por travessuras, e claro também pela pasta cremosa, fazendo de tudo para conquistá-la, assim como toda criança que consome NUTELLA. Na década de 1990 a marca se tornou ainda mais popular em virtude de suas campanhas televisivas protagonizadas pelo seu querido esquilo. Mas porque um esquilo como mascote? Simples. O esquilo é um animal que adora nozes e avelãs.

FAMOSA POLTRONA FRAU CELEBRA O CENTENÁRIO COM ORGULHO DO ARTESÃO

Vinte e uma horas, nove metros quadrados de couro, 275 preguinhos revestidos e incrustados meticulosamente por pequenos martelos. Tudo costurado manualmente com metros de linha. Esta é a receita tão minuciosa quanto preciosa que dá vida a um ícone do design “Made in Italy”: a Vanity Fair, um dos modelos mais requisitados da centenária Poltrona Frau.

Ícone do design surgiu do desejo de um artesão de superar o estilo de decoração em voga

A história da icônica poltrona começou em 1912, quando o então artesão e tapeceiro Renzo Frau deixou a sua ilha natal, a Sardenha, em direção à metrópole Turim, no norte da Itália. Foi de suas mãos que nasceu a Frau.

Na época com 32 anos, ele desejava apenas superar o estilo de decoração em voga. Renzo queria trabalhar peças que fossem funcionais e produzidas em série: “A poltrona de couro deve ser bonita, cômoda e clássica”, certificava o empresário.

Os detalhes meticulosos, a sensação tátil e a variação de cores ajudaram a fazer da marca Frau um sinônimo internacional de qualidade e modernidade. Mas a primeira “obra de arte” criada por Renzo foi o sofá “Chester”, um modelo histórico, que ainda hoje tem como marca registrada o estofado feito manualmente em plissé.

“A nossa força é ter mantido invariável, durante todos esses anos, o valor dos nossos produtos, com base no artesão. Isso se resume artesão e inovação, mais produção artesanal”, explica o diretor da marca Roberto Archetti, que está na empresa desde 1988.

Trabalho artesanal e tonalidades exclusivas.

Assim como sonhou seu fundador, um apaixonado pelo trabalho do artesão que produz excelência as peças da poltrona Frau são um clássico da decoração, que passam de pai para filho, de avô para neto. Jamais perdem o senso estético que fez da grife um dos símbolos da alta burguesia italiana.

Em Tolentino, no centro da Itália, onde está a fábrica da empresa, há também uma área dedicada ao restauro de peças.

“Aqui uma poltrona ou sofá desgastado pelo tempo ganha vida nova graças aos nosso artesãos”, explica o diretor.

A maior parte das reformas se concentra na troca dos revestimentos. Hoje, o couro utilizado é diferente. Batizado de Pelle Frau, marca registrada pela empresa, possui uma gama variada de cores e tons.

Os primeiros modelos eram produzidos em couro neutro e posteriormente recebiam uma camada de tinta. Mas com o tempo, eles perdiam a cor. O problema foi resolvido com as novas tecnologias.

Hoje, o cliente da Frau pode escolher o clássico couro “color system”, quase insensível às manchas e aos arranhões. Ou preferido é o couro “soul”: macio, mas que envelhece com o passar dos anos, o que confere autenticidade ao produto.

A fábrica da Poltrona Frau em Tolentino é um verdadeiro santuário da decoração artesanal. É lá que ainda bate forte o coração e a mente do patriarca Renzo Frau. Suas ideias ainda guiam a produção da marca.

Em um dos enormes pavilhões, centenas de artesãos se revezam em cortar, costurar, pregar, revestir e controlar a qualidade de cada produto. Em outra sala estão reunidas, por exemplo, 96 tonalidades exclusivas destinadas apenas aos modelos clássicos da Frau, como a poltrona Vanity Fair e o sofá Chester.

Hoje, produzem assentos para a Ferrari, iates e jatinhos

Assim como diz o ditado sobre a pressa ser inimiga da perfeição, o processo de fabricação das poltronas e sofás é mesmo demorado.

Um sofá Chester consome de 36 a 40 horas para ser finalizado, para se tornar uma obra prima — comenta o diretor da marca Roberto Archetti.

Já o John-John, do designer francês Jean Marie Massaud, é feito em pelo menos 20 horas. O trabalho de artesão e o design são outras duas forças dos 100 anos da Poltrona Frau. Não abrem mão disso.

Nos anos 60, a beleza e a solidez da marca passaram a atrair nomes do design mundial. O italiano Gio Ponti foi o primeiro a assinar um produto da Frau, a poltrona Dezza, criada em 1965. Ele foi seguido por Michele De Lucchi, Achille Castiglione e Piero Lissoni , além de jovens talentos como François Azambourg e Monica Foster.

O estilo clássico da Poltrona Frau também conquistou outros setores como o automobilismo. Nos 41 m² da fábrica há um ambiente reservado para a produção de assentos em couro para as velozes Ferrari e jatinhos particulares, poltronas e sofás para iates de luxo.

Tudo feito rigorosamente com as caracteristicas da excelência, tipica do artesão: tradição. inovação, território, paixão, talento.

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Fonte: Focus Excelência

Mont Blanc: duas palavras que viraram sinônimo de excelência

Muito mais do que isso, viraram símbolo de bom gosto, mesmo porque não é qualquer um que está disposto a pagar por uma peça de 15 centímetros o mesmo valor de um Jaguar.

A maestria da tradição e a perfeita tecnica do processamento, transmitidos de geração em geração, formam o Artisan-Studio da sede da Montblanc em Hamburgo. Dentro do estúdio, num templo do silêncio, com um conjunto de máquinas perfeitamente compatíveis, os compositores Montblanc contemplam com extrema atenção o coração de suas criações.

Para criar a caneta perfeita e alcançar a excelência tipica do artesão 4.0, são necessário 100 passos. E para cada uma dessas etapas os artesãos Montblanc precisam de absoluto silêncio, paciência e grande habilidade.

Uma vez que a caneta encontra a sua perfeita forma, pronta para ser mergulhada na tinta, começa outro processo delicado para os trabalhadores: “ouvir” a sua criação, a apresentação de
imperfeições numa sinfonia de detalhes.

O minimo defeito, a menor mancha possível não podem sair despercebidos do olhar atento do artesão. Suas emoções acariciam as bordas de cada componente e o fogo da alma do artesão forja cada pequena peça.

Durante o processo final da seleção do couro perfeito para produtos Montblanc, os artesãos passam a confiar em algo ainda mais importante: o órgão sensorial de suas mãos.
Os anos de experiência permitem-lhe para ler o couro instintivamente, à procura de sinais de sujeira, assim como os cegos lêem a linguagem Braille.

As mãos olham para as menores imperfeições, as minimas rachaduras, as contusões ou áreas irregulares.Quando o artesão tiver a segurança de que a peça escolhida está intacta, ele começa a trabalhar. Enquanto alonga a peça, os dedos emitem um sopro de vida que combina com o couro, criando assim um produto que tem uma alma, algo esculpido pelas experiências de vida – uma história de arte viva .

Cada peça de um relógio Montblanc funciona impecável e harmoniosamente muito depois de quem o fez ter se afastado dela. E sua alma lembra dessa conexão, que mantém seu corpo respirando, trabalhando e aguardando pelo momento de acompanhar você em sua jornada pela vida.

Na Montblanc, os relógios são manufaturados 1.000 metros acima do nível do mar, nas montanhas de Jura, na Suíça, muito distante da agitação da vida na cidade. Embora seja o lar do tempo, o tempo parece parar aqui: Le Locle é o local de nascimento da relojoaria tradicional suíça e tem sido o lar dos melhores relojoeiros do mundo há séculos.

A Montblanc, sinônimo de cultura de escrita requintada nos últimos 100 anos, segue valores duradouros como qualidade e técnica tipica do artesão. Suas firmes exigências quanto a formato, estilo, materiais e execução estão refletidas em todos os seus produtos.

http://www.montblanc.com/pt-br/discover/craftsmanship.html